segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Hoje sou tua, o resto não importa!

Estou num contra-tempo do qual não consigo sair. A minha mente não consegue eliminar-te, nada do que eu faça te leva para longe de mim!
O meu corpo caceia-te a todo o instante, os teus beijos, os teus toques, o teu cheiro... Tudo em mim fervilha uma saudade constante. É um demónio que se alojou em mim, que me possuí a todo o instante e me prende o pensamento a ti, só a ti! Até quando o meu ser permanece mais calmo, basta um simples objecto, um simples olhar o céu... e tudo volta acontecer.
Será que cruzas as mesmas estrelas que as minhas? Será que a tua pele sente esta mesma sede?
Lembro o encaixe perfeitos que os nossos corpos faziam um no outro, lembro o quão bem sucedidos éramos nos mais variados jogos de lençóis.
Recaiu numa memória maldita que jamais se desprende de mim. Quero seguir e dizer que amo, mas como é possível se a minha pele se arrepia cada vez que oiço o teu nome? Não sei como aceitar outro corpo...
Tento dia após dia acabar com esta memória, mas a falta de cumplicidade corrói-me por dentro.

Que espécie de pessoa eu sou? Tenho a maior ferida de todas e mesmo assim, não a deixo sarar! Sarcasmo não? Depois de ter assinado um final volto a pegar nas letras e a conjugar o verbo "sinto". Que irónica vida a qual me encontro. Que me leva para todo o lugar, menos para aquele que eu desejo ir...
Mais uma vez esqueço este sentimento, este preconceito... Hoje sou tua, o resto não importa!

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